Por debaixo do manto,
Esconde-se um mar de ilusões..
Uma infinidade de invisíveis solidões.
Por de trás de um olhar,
Esconde-se o arrepio do sentimento..
Difíceis atuações.
Por de trás de uma frase,
Existe uma inevitável vontade...
Uma clara obscura insensatez.
Insensatez desmarcada, encharcada,
De sentimentos fiéis aos valores,
Ao querer e ao sentir...
Ao viver e ser feliz.
Júlio Wanderlind
domingo, 8 de novembro de 2009
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Vamos falar das almas desertas,
Dos desertos de saudade.
Do humano, demasiado humano.
Vamos ler vinho poesia e integridade,
Ouvir Chico Buarque no último,
Tomando aquele vinho barato.
Vamos tocar violão,
Inventar os acordes.
Vamos sair à noite,
Procurar a batida na pista escura.
Procurar sentido onde não tem,
Em ruas e placas,
Mentiras inventadas,
Em verdades perfeitas,
Ruas estreitas... Até onde vai a vista.
Vamos falar latim,
Deixar de guaiar.
Sem tormentos voluntários.
Vamos!
Voltar o relógio.
Ser ecléticos,
Elétricos.
Vamos!
Pra onde ninguém vai.
Pra onde todos querem.
Sem destino,
Sem tino...
Falar com desconhecidos,
Afinar os satélites,
Ter viagens óbvias,
Loucuras sóbrias.
Vamos rir dos timocratas.
E também dos timoratos!
Quem nunca erra?
Vamos incutir sem medo.
Não existe segredo,
Apenas verdades escondidas na superfície.
Vamos gargalhar!
Vamos pra onde tudo acaba,
Ou começa...
Sem pressa.
Fernanda Mendes.
Dos desertos de saudade.
Do humano, demasiado humano.
Vamos ler vinho poesia e integridade,
Ouvir Chico Buarque no último,
Tomando aquele vinho barato.
Vamos tocar violão,
Inventar os acordes.
Vamos sair à noite,
Procurar a batida na pista escura.
Procurar sentido onde não tem,
Em ruas e placas,
Mentiras inventadas,
Em verdades perfeitas,
Ruas estreitas... Até onde vai a vista.
Vamos falar latim,
Deixar de guaiar.
Sem tormentos voluntários.
Vamos!
Voltar o relógio.
Ser ecléticos,
Elétricos.
Vamos!
Pra onde ninguém vai.
Pra onde todos querem.
Sem destino,
Sem tino...
Falar com desconhecidos,
Afinar os satélites,
Ter viagens óbvias,
Loucuras sóbrias.
Vamos rir dos timocratas.
E também dos timoratos!
Quem nunca erra?
Vamos incutir sem medo.
Não existe segredo,
Apenas verdades escondidas na superfície.
Vamos gargalhar!
Vamos pra onde tudo acaba,
Ou começa...
Sem pressa.
Fernanda Mendes.
Os olhos não continham o sorriso.
Teve de desenhá-lo na palma da mão.
Idéias brilhantizantes!
Como se sua alma fosse uma parcela do infinito distante.
Um infinito que ninguém sonda,
Nem compreende.
Num ritmo diferente,
Contínuo de dor angustiante.
Clareou a visão de beleza.
Sem tormentos voluntários!
A felicidade que lhe foge,
É por que não se encontra na terra.
Esse cortejo inevitável da vicissitude,
Causa insônia.
Vertigem!
Fernanda Mendes.
Teve de desenhá-lo na palma da mão.
Idéias brilhantizantes!
Como se sua alma fosse uma parcela do infinito distante.
Um infinito que ninguém sonda,
Nem compreende.
Num ritmo diferente,
Contínuo de dor angustiante.
Clareou a visão de beleza.
Sem tormentos voluntários!
A felicidade que lhe foge,
É por que não se encontra na terra.
Esse cortejo inevitável da vicissitude,
Causa insônia.
Vertigem!
Fernanda Mendes.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Sussurro.
Não me venha com essa de que o futuro não é como costumava ser.
O poema de arquitetura ideal esfarrapou. Fiapo por fiapo.
Vou despir a alma,
Deixando de ser louca para ser o seu mistério.
Consolante palavras que saem da tua boca chegando aos ouvidos.
Chega de contrastes, venha com cores!
Encontrando-se e perdendo-se,
Os tons confundem o pensamento,
Como palavras soltas...
Divagação de sentimentos.
Guardo inteiro em mim a casa que mandei um dia pelos ares.
Cansei da fantochada,
Parestesia!
O mundo deixou de ser mundo,
Quando desnudo de máscaras,
Apresentaste teu mundo.
Cai à tarde como sempre,
Como sempre,
Diferente,
Inolvidável!
Fernanda Mendes.
O poema de arquitetura ideal esfarrapou. Fiapo por fiapo.
Vou despir a alma,
Deixando de ser louca para ser o seu mistério.
Consolante palavras que saem da tua boca chegando aos ouvidos.
Chega de contrastes, venha com cores!
Encontrando-se e perdendo-se,
Os tons confundem o pensamento,
Como palavras soltas...
Divagação de sentimentos.
Guardo inteiro em mim a casa que mandei um dia pelos ares.
Cansei da fantochada,
Parestesia!
O mundo deixou de ser mundo,
Quando desnudo de máscaras,
Apresentaste teu mundo.
Cai à tarde como sempre,
Como sempre,
Diferente,
Inolvidável!
Fernanda Mendes.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Verbalismo.
Seja mais e evite a mitomania.
Com cores e imagens cole os pedaços.
Seja o endossador das próprias loucuras!
Saia do claro escuro que assombra os pensamentos,
Das palavras soltas que invadem a sala faça uma música.
Deixe de parangolé!
Conte seus mistérios,
Se sério for, guardo segredo.
Deixe de lufar.
Acredite!
Largue os parâmetros,
Esqueça as estatísticas...
Traduza o pensamento,
Chore se quiser, se ajudar... Grite!
Não dissimule a situação,
Apenas faça-me um arpejo e tome um capilé.
Fernanda Mendes.
Com cores e imagens cole os pedaços.
Seja o endossador das próprias loucuras!
Saia do claro escuro que assombra os pensamentos,
Das palavras soltas que invadem a sala faça uma música.
Deixe de parangolé!
Conte seus mistérios,
Se sério for, guardo segredo.
Deixe de lufar.
Acredite!
Largue os parâmetros,
Esqueça as estatísticas...
Traduza o pensamento,
Chore se quiser, se ajudar... Grite!
Não dissimule a situação,
Apenas faça-me um arpejo e tome um capilé.
Fernanda Mendes.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Parangolé.
Tristeza, parecida com a que me encontro,
Presas em arramas passadas,
Em pensamentos cheios de sentimentalidades,
Como o do ABSURDO futuro que encanta.
É engraçado, mas, consigo sentir sua energia,
Complicado falar dos meus sentimentos,
o que seria tão importante,
Deparado com o tempo perdido?
Agora paro, esse é meu momento de euforia.
Fernanda Mendes.
Presas em arramas passadas,
Em pensamentos cheios de sentimentalidades,
Como o do ABSURDO futuro que encanta.
É engraçado, mas, consigo sentir sua energia,
Complicado falar dos meus sentimentos,
o que seria tão importante,
Deparado com o tempo perdido?
Agora paro, esse é meu momento de euforia.
Fernanda Mendes.
sábado, 11 de julho de 2009
Sentidos coadjuvantes.
tudo o que eu quero
é tudo que eu sei
mas eu nem sei o que eu quero
o que eu quero é o que eu nem tenho certeza
certeza do que sinto
mas do futuro, tão certo,
tão incerto,
quanto o motivo que nos levam a sentir
sentimos, porém buscamos,
lembrar...
lembrar e sentir...
sentir e sentir
sentimos o gosto,
o sabor,
o sabor do amor..
amor inesquecivel,
incessante,
impróprio para o coração,
que suprime a razão...
odeio-te por tanto te amar
piedade, por querer tanto!
esqueça que te ama!
morra!
morra a vontade de amar?
de beber?
de viver!
morra a vontade de morrer!
que seja feita a vossa vontade!
uma ova!!
que seja feita a vontade de quem ama!
que seja feita a vontade de quem quer felicidade!
terça-feira, 7 de julho de 2009
Conhece-te a ti mesmo..
“Sagradas as amizades. E o que é necessário para que duas pessoas sejam amigas? Algumas afinidades, uma ética rigorosa no comportamento, uma lealdade inquestionável e o mais importante: aquela coisa que não se define, nem na amizade, nem no amor, que não se sabe porque acontece: o gostar." Danuza Leão
Gostamos. Ponto. Não dá para definir ou escolher quem gostamos. Existem pessoas em que o primeiro contato só ocorre existindo algo como objeto de atração.
Sentimos. Esse sentimento 'bom' que temos por quem gostamos é essencial para manter um relacionamento de amizade ou de amor.
Amamos. Não tentarei definir. Há quem pergunte: “o que é mais difícil: Amar ou ser amado?” Por que não perguntar: “O que é mais fácil?”.
Vivemos. Difícil mesmo é viver. É desgastante viver. Temos desejos. Planos. Sonhos. Gostos.
Se tudo isso não der certo, temos ainda os sentimentos. Temos o que sentimos por nós mesmos, o que sentimos por quem gostamos e o que sentem os que gostam de nós.
Seguindo o questionamento de Danuza Leão, você já questionou por que gosta de quem gosta?
Talvez isso ajude você a se conhecer melhor.
Júlio W. Domingos
Tubarão/SC
Gostamos. Ponto. Não dá para definir ou escolher quem gostamos. Existem pessoas em que o primeiro contato só ocorre existindo algo como objeto de atração.
Sentimos. Esse sentimento 'bom' que temos por quem gostamos é essencial para manter um relacionamento de amizade ou de amor.
Amamos. Não tentarei definir. Há quem pergunte: “o que é mais difícil: Amar ou ser amado?” Por que não perguntar: “O que é mais fácil?”.
Vivemos. Difícil mesmo é viver. É desgastante viver. Temos desejos. Planos. Sonhos. Gostos.
Se tudo isso não der certo, temos ainda os sentimentos. Temos o que sentimos por nós mesmos, o que sentimos por quem gostamos e o que sentem os que gostam de nós.
Seguindo o questionamento de Danuza Leão, você já questionou por que gosta de quem gosta?
Talvez isso ajude você a se conhecer melhor.
Júlio W. Domingos
Tubarão/SC
sábado, 4 de julho de 2009
Vida sem vida!
a vida é uma bactéria rara
que se não for tratada,
te consome..
e quando você se dá por conta,
ela toma toda a sua existência..
e te derruba.
e você terá que levantar..
sempre..
porque se deixar derrubar,
não vale a pena ter vida..
e não vale a luta contra a bactéria
e até que ponto a vida te consome?
até que ponto teus sonhos te consomem?
até que ponto o que te consome, te consome?
mas a razão de se sentir consumido,
pode te levar ao desespero,
ou ao delírio,
como rota de fuga.
fuga para um caminho sem volta.
que enfrente a bactéria e torne-a produtiva!
que este pedágio não te diminua!
que este consumo, te levante, à beira do desespero,
e te fortaleça, acabando com sua visão de consumismo.
que a vida, te derrube e que tu levante-a!
Júlio Wanderlind Domingos
Tubarão/SC
que se não for tratada,
te consome..
e quando você se dá por conta,
ela toma toda a sua existência..
e te derruba.
e você terá que levantar..
sempre..
porque se deixar derrubar,
não vale a pena ter vida..
e não vale a luta contra a bactéria
e até que ponto a vida te consome?
até que ponto teus sonhos te consomem?
até que ponto o que te consome, te consome?
mas a razão de se sentir consumido,
pode te levar ao desespero,
ou ao delírio,
como rota de fuga.
fuga para um caminho sem volta.
que enfrente a bactéria e torne-a produtiva!
que este pedágio não te diminua!
que este consumo, te levante, à beira do desespero,
e te fortaleça, acabando com sua visão de consumismo.
que a vida, te derrube e que tu levante-a!
Júlio Wanderlind Domingos
Tubarão/SC
Alma, demasiada alma.
Fixou-se ao destino como o elo para a felicidade permanente. Sendo preso ao sentimento do absurdo. Êxtase da alma, forma de fascínio. Desses que entorpecem a razão do não razão. Sentidos escondidos! Grita a alma que suporta bem mais do que poderia... Bem mais que loucura, é a procura pela cura para saudade que insiste, vontade que não passa, desejo que sufoca. URGENTE! A alma está gritando luz. Teu brilho me cega quando penso no quanto te quero. Quero tudo que compõe a melodia, essa que me amanhece, me anoitece e entorpece...
Fernanda Mendes
Tubarão/SC
Fernanda Mendes
Tubarão/SC
terça-feira, 16 de junho de 2009
quântitro
dedico minhas vitorias a quem me ama...
dedico minhas derrotas a quem me odeia?
até quanto isso é certo? até que ponto as pessoas são honestas quando se explicam? realmente elas se responsabilizam pelo que fazem?
poderiam falar: por minha culpa, perdi o campeonato, mas dedico todo meu esforço às pessoas que amo.
simples.
não precisa dizer que tentou ganhar por tal pessoa. não minta. não seja um mentiroso urbano que quer mostrar o que os outros querem ouvir e que não é verdade.
você se desvaloriza quando dedica a sua vitória a outrem? dedique a você mesmo. ofereça suas alegrias e compartilhe com quem você ama. mas não esqueça de comemorar com você mesmo! mesmo que seja embaixo das cobertas, antes de dormir.
não assuma uma postura social, se isso for contra seus princípios. e se faltar comida para as crianças? não perca sua alma.
Júlio W. Domingos
Tubarão/SC
dedico minhas derrotas a quem me odeia?
até quanto isso é certo? até que ponto as pessoas são honestas quando se explicam? realmente elas se responsabilizam pelo que fazem?
poderiam falar: por minha culpa, perdi o campeonato, mas dedico todo meu esforço às pessoas que amo.
simples.
não precisa dizer que tentou ganhar por tal pessoa. não minta. não seja um mentiroso urbano que quer mostrar o que os outros querem ouvir e que não é verdade.
você se desvaloriza quando dedica a sua vitória a outrem? dedique a você mesmo. ofereça suas alegrias e compartilhe com quem você ama. mas não esqueça de comemorar com você mesmo! mesmo que seja embaixo das cobertas, antes de dormir.
não assuma uma postura social, se isso for contra seus princípios. e se faltar comida para as crianças? não perca sua alma.
Júlio W. Domingos
Tubarão/SC
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