Os olhos não continham o sorriso.
Teve de desenhá-lo na palma da mão.
Idéias brilhantizantes!
Como se sua alma fosse uma parcela do infinito distante.
Um infinito que ninguém sonda,
Nem compreende.
Num ritmo diferente,
Contínuo de dor angustiante.
Clareou a visão de beleza.
Sem tormentos voluntários!
A felicidade que lhe foge,
É por que não se encontra na terra.
Esse cortejo inevitável da vicissitude,
Causa insônia.
Vertigem!
Fernanda Mendes.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
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