Não me venha com essa de que o futuro não é como costumava ser.
O poema de arquitetura ideal esfarrapou. Fiapo por fiapo.
Vou despir a alma,
Deixando de ser louca para ser o seu mistério.
Consolante palavras que saem da tua boca chegando aos ouvidos.
Chega de contrastes, venha com cores!
Encontrando-se e perdendo-se,
Os tons confundem o pensamento,
Como palavras soltas...
Divagação de sentimentos.
Guardo inteiro em mim a casa que mandei um dia pelos ares.
Cansei da fantochada,
Parestesia!
O mundo deixou de ser mundo,
Quando desnudo de máscaras,
Apresentaste teu mundo.
Cai à tarde como sempre,
Como sempre,
Diferente,
Inolvidável!
Fernanda Mendes.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
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