O silêncio confortável me atravessa enquanto tudo parece derreter.
Cai a tarde como sempre, diferente...
Cai a tarde de onde não se sabe...
A tarde toda,
Sem fim...
Sobre a gente cai a tarde sem parar.
O policromatismo me apetece os sentidos.
No sonho brilha,
No pensamento fica.
Penso até o tempo perder a hora.
Enquanto a saudade invade, o claro escuro ocupa uma parte.
Sentidos misturados!
Deixando escapar segedos.
Que medo,
A hora da partida!
Sem saber que rumo terá.
Ainda é cedo, mal começaste a conhecer, já anuncias a hora de partida.
Vamos reduzir as ilusões,
Transparencia é preciso.
Sem medo de voar, de amar, vamos inspirar...
A vida é tão desconhecida e mágica. Dorme às vezes do teu lado, calada!
Ela é um satélite e só quer amar, mas, não há promessas.
Viver é bom;
Partida,
Chegada.
Nesse cinema transcendental, quero saber...
O que vamos fazer com as novas emoções.
São palavras, olhares, inspirações, muito sentido...
Quero saber,
Quando vamos ter mais tempo,
Quando não teremos mais distância..
Quero saber até onde vai a rima...
Só falo na certa,
Repleta de felicidade.
Cheia de esperança.
Fernanda Mendes.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
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Perfeito!
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