O vento vem e vai deixando pra trás toda lembrança, como ser não houvesse ontem. Eu sinto que foi há muito tempo, mas também sinto que vai voltar agora e depois e sempre e sempre agora, às vezes, e a toda hora.
Talvez eu te ame agora. E eu movo isso com o tempo e eu movo e deixo rolar... E eu vou mover sempre.
Às vezes eu me faço feliz. E me faço sozinho e me levo pra casa, onde é seguro.
Eu acreditei em tudo, acostumado a sofrer e ver o que o que o homem era capaz de fazer.
Mas é só às vezes e talvez e toda a hora eu nunca deixe de te amar. Eu olho pra dentro e enxergo o que há de mais puro. E está dentro de mim.
Júlio Wanderlind
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
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